Reciclagem: um ato de Amor à Natureza!
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      Reciclagem dos metais

      Os metais são materiais com elevada durabilidade, resistência mecânica e facilidade de conformação, sendo muito utilizados em equipamentos, estruturas e embalagens em geral. Quanto à sua composição, os metais são classificados em dois grandes grupos: os ferrosos (compostos basicamente de ferro e aço) e os não-ferrosos (metais que não têm ferro na sua constituição). Esta classificação justifica-se pela grande freqüência de uso dos metais à base de ferro, principalmente o aço (liga de ferro e carbono). Entre os metais não-ferrosos, destacam-se o alumínio, o cobre e as ligas de cobre (como latão e o bronze), o chumbo, o níquel e o zinco.

      A reciclagem dos metais e a revalorização dos objetos e dos equipamentos metálicos tem uma enorme importância, uma vez que os minérios donde os metais são extraídos não são renováveis.

      Para além de evitar a diminuição dos recursos minerais, a reciclagem promove a diminuição dos gastos energéticos, pois na fase de redução do minério a metal está envolvido um alto consumo de energia, e reduz a quantidade de resíduos.

      Um metal pode ser reciclado, com sucesso, várias vezes uma vez que a estrutura da rede cristalina do metal não se degrada com as transformações que ocorrem durante esse processo. Nem todos os metais são recicláveis, seguem-se alguns exemplos dos metais que podem e que não podem ser reciclados: Metais recicláveis: chapas metálicas, latas de alumínio, panelas, fio, arames, pregos, sucatas de ferro e cobre. Metais não recicláveis: clipes, grampos, esponjas de aço, canos.

      Ligas com Memória de Forma As ligas com memória de forma correspondem a um grupo de metais que demonstram a capacidade de retomar uma forma ou tamanho previamente definidos quando são sujeitos a um ciclo de temperaturas apropriadas.

      Regra geral estes materiais podem ser deformados plasticamente, com certa facilidade, a uma temperatura baixa e, ao serem expostos a uma temperatura mais elevada, retomam a forma que tinham inicialmente.

      Apesar de muitos materiais manifestarem este efeito de memória de forma, só têm interesse comercial as ligas em que é possível obter significativamente a recuperação da deformação ou os casos em que é gerada uma força relativamente importante durante a mudança de forma. Os metais com memória de forma podem-se encontrar sob a forma de: fio de arame, barras, tubos, lâminas, etc.

      Aplicam-se diversas áreas, como por exemplo, na medicina, aeronáutica, robótica, entre outras. Este tipo de materiais apresenta algumas desvantagens, tais como: os elevados custos de produção, difícil controle da composição e homogeneidade e são pouco resistentes à fadiga. Em contrapartida, uma vez que são bio-compatíveis, resistentes à corrosão, possuem elevada resistência mecânica e são diversificadamente aplicáveis, tornam-se vantajosos.

 

 
 
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