Reciclagem: um ato de Amor à Natureza!
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      Ciclo de 33 dias

      Há 20 anos, 58 latinhas de alumínio pesavam um quilo. Hoje, elas são menos espessas e para se vender um quilo de latinhas por são necessárias 75 unidades

      Para cada tonelada de alumínio produzida, cinco toneladas de bauxita (minério rico em alumina) são retiradas da natureza. O Brasil, até setembro deste ano, já produziu 124,8 mil toneladas, sendo o sexto país produtor mundial.

      O País detêm 11% das reservas mundiais de bauxita e está em terceiro lugar no ranking mundial das reservas desse mineral, perdendo apenas para Guiné (24%) e Austrália (19%). No Brasil, os principais estados produtores são o Pará e Minas Gerais.

      Em 2003, a reciclagem de latas de alumínio alcançou o melhor índice do mundo. Para cada 100 latinhas consumidas no Brasil, 89 foram interceptadas e enviadas novamente ao processo de produção (alumínio secundário).

      Toda essa mobilização para reciclagem é traduzida na venda do lucrativo metal. Há 20 anos, 58 latinhas de alumínio pesavam um quilo. Hoje, elas são menos espessas e para se vender um quilo de latinhas são necessárias 75 unidades. Em média, são 33 dias para essas latas recicladas estarem novamente disponíveis nas gôndolas dos supermercados.

      Cada brasileiro consome, em média, 54 latas de alumínio por ano - contra 375 consumidas "per capta" nos Estados Unidos.

      Porém, só reciclar as latinhas não basta. O processo de fabricação do alumínio gera vários resíduos altamente poluentes. O alumínio primário é obtido da bauxita por meio de processos eletrolíticos - pequenos fornos que funcionam continuamente por um período médio de sete anos. Ao término de sua vida útil, esses fornos são demolidos, gerando um perigoso subproduto chamado alucoque.

      Energia
      Agora, graças a um sistema desenvolvido pela Alcan, após cinco anos de pesquisas, consegue-se reaproveitar o alucoque como matéria-prima na indústria de cerâmica vermelha e cimentos.

      São mais de 52 mil toneladas de alucoque que deixaram de ser destinados em aterros especiais, que custariam algo em torno de US$ 200,00 a tonelada.

      O mais impressionante na reciclagem do alumínio é a economia de energia elétrica, que chega até 95%. É o material reciclável com maior impacto positivo no consumo energético.

      Uma única lata de refrigerante, quando reciclada, gera economia de energia elétrica suficiente para manter uma televisão ligada por até três horas.

Fonte: Abrelpe  /  www.abrelpe.com.br
 

 
 
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